Imagem Projectada by Ricardo
11 de Setembro | 19h00 | conversa com Miguel Wandschneider sobre o projecto Slowmotion 12 de Setembro | 19h00 | conversa com Pedro Lapa sobre imagem em movimento no contexto das práticas artísticas Imagem Projectada é um projecto de investigação sobre a prática artística do vídeo e da imagem em movimento, em Portugal, no âmbito do projecto mais alargado, Arte Portuguesa – de 1974 até à actualidade, organizado por Bruno Leitão. O primeiro momento desta investigação acontece com a exposição individual de João Onofre, a inaugurar a 10/07 no HANGAR. Far-se-á o mapeamento de acontecimentos relevantes do panorama artístico nacional, desde 1974 até aos dias de hoje, e que são muitas vezes desconhecidos do grande público e até do próprio meio, a partir do discurso directo dos seus principais actores e intervenientes. O ciclo começa com projectos de exibição de imagem projectada. Este programa terá a duração de três anos.
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Mambos de Ideologias Esquecidas by Ricardo
MAMBOS DE IDEOLOGIAS ESQUECIDAS é o ciclo de cinema angolano, com curadoria de André Cunha, que integra o programa 180º Artistas ao Sul. O ciclo apresenta a obra de alguns realizadores angolanos, de entre os quais: Ruy Duarte de Carvalho, António Ole, Zézé Gamboa, Kiluanje Liberdade, Maria João Ganga e Mário Bastos. Este ciclo contempla três janelas temporais do cinema angolano: as políticas culturais do pós-independência, a tentativa de desenvolvimento de novas políticas culturais no pós-guerra e a regência da produção independente. Inauguramos o ciclo com o filme O Ritmo do N’Gola Ritmos, de António Ole, a 29 de Maio, pelas 18h30. PROGRAMA O Ritmo do N’Gola Ritmos (1978) de António Ole + conversa de Ana Balona de Oliveira | 29 de Maio | 18h30 | DVD gentilmente cedido pelo realizador   TPA + Laboratório Nacional de Cinema Carnaval da Vitória, 1978, 40min., António Ole | 18 de Junho | 18h30…
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IIN(TER)SULARIDADES by Ricardo
Se a paisagem é, como Michel Courajoud afirma, “o lugar em que o céu e a terra se tocam”, o conceito de paisagem está profundamente ligado à história da representação pictórica da natureza, ao surgimento do género da paisagem. Este assenta na fragmentação, através do olhar único e imóvel que cinde o todo da natureza. As regiões insulares têm em si outras fronteiras, existem separadas do continente, ou entre o mar, e sempre no limiar de identidades e são em si metáforas para o conceito de diáspora e migração nos estudos pós-coloniais. In(ter)sularidades é um grupo de investigação que pesquisa sobre a paisagem insular e suas práticas artísticas, em regiões que vão desde Cuba, Haiti, Jamaica a Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. O estudo passa por um modelo comparativo entre estas regiões, distantes entre si, mas com uma história comum de deslocamento, migração, isolamento, exílio e diáspora, e…
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Migrações Artísticas Em e Para Além de Lisboa by Ricardo
EDSON CHAGAS — 29 Junho 2016 — 19h [vc_gallery type="image_grid" images="4863" img_size="400x200"] Migrações Artísticas Em e Para Além de Lisboa | Programa 180º Artistas ao Sul Artists Talks Migrações Artísticas Em e Para Além de Lisboa, organizado por Ana Balona de Oliveira, no âmbito de uma parceria entre o Centro de Estudos Comparatistas (CEC-FLUL), o Instituto de História de Arte (IHA-FCSH-UNL) e o Hangar em Lisboa, é um ciclo de conversas com artistas, alguns dos quais em residência no Hangar no âmbito do programa de residências artísticas ‘180º Artistas ao Sul’, e outros convidados. Através de vários meios, os artistas em questão examinam e problematizam noções de identidade e diferença, não só nacional e diaspórica, como também cultural, racial, de classe, género e sexualidade, assim como a noção de produção artística enquanto forma de investigação da histórica e da memória, quer colectiva, quer individual, quer pública, quer privada, com o intuito de…
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Lisboa na África by Ricardo
Lisboa partilha com a Paris a reputação de ser a cidade mais africana na Europa. Se a distinção da capital francesa é derivada ao número predominante de ex-colónias francófonas no continente, então o caso português é mais complicado – uma combinação de longevidade (uma presença de 500 anos em solo africano), uma história de colonialismo (particularmente em Angola) envolvendo centenas de milhar de migrantes, e uma guerra prolongada, perversa e “tardia” levada a cabo contra os movimentos anti-colonialistas numa tentativa de manter o controlo sobre as “propriedades” do continente africano. Por outras palavras, uma longa história de sangue – tanto partilhado como derramado. O tipo de “africanidade” distintivo de Lisboa – em todas as suas subtitlezas, manifestações e complexidades – forma o nexus de investigação deste campo de pesquisa, dividido em três áreas principais de actividade: black people. lisbon. Uma investigação fotográfica documentando aspectos da experiência vivida por migrantes africanos, predominantemente,…
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