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Lançamento do livro Memórias da Plantação – Episódios de racismo quotidiano
Parceria entre o Hangar e as edições Orfeu Negro
Apresentação pela Cristina Roldão e conversa com a autora
Data: 17 de Maio de 2019
Hora: 21:00
Local: Hangar – Centro de Investigação Artística: Rua Damasceno Monteiro 12
ENTRADA LIVRE[/vc_column_text][vc_separator][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”8384″ img_size=”full” add_caption=”yes” alignment=”center”][vc_column_text]
Fotografia: Zé da Paiva, Berlim, 2017
[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]MEMÓRIAS DA PLANTAÇÃO é uma compilação de episódios quotidianos de racismo, escritos sob a forma de pequenas histórias psicanalíticas. Das políticas de espaço e exclusão às políticas do corpo e do cabelo, passando pelos insultos raciais, Grada Kilomba desmonta, de modo acutilante, a normalidade do racismo, expondo a violência e o trauma de se ser colocada/o como Outra/o. Publicado originalmente em inglês, em 2008, MEMÓRIAS DA PLANTAÇÃO tornou-se uma importante contribuição para o discurso académico internacional. Obra interdisciplinar, que combina teoria pós-colonial, estudos da branquitude, psicanálise, estudos de género, feminismo negro e narrativa poética, esta é uma reflexão essencial e inovadora para as práticas descoloniais.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text=”BIO” font_container=”tag:h4|text_align:left” use_theme_fonts=”yes”][vc_separator color=”black”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]GRADA KILOMBA é uma artista interdisciplinar, escritora e teórica, com raízes em Angola e São Tomé e Príncipe, nascida em Lisboa, onde estudou psicologia e psicanálise. Na esteira de Frantz Fanon e bell hooks, a autora reflecte sobre memória, raça, género, pós-colonialismo, e a sua obra estende-se à performance, encenação, instalação e vídeo. Kilomba cria intencionalmente um espaço híbrido entre as linguagens académica e artística, dando voz, corpo e imagem aos seus próprios textos. Os seus trabalhos foram apresentados na 32.ª Bienal de São Paulo, na 10.ª Bienal de Berlim, na Documenta 14 e no MAAT, entre outros. Vive em Berlim, onde se doutorou em filosofia na Freie Universität e foi professora no Departamento de Género da Humboldt Universität.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]