Towards a global idea of race by Icaro Março 18, 2023 0 Novidades, Pós-Arquivo

Towards a global idea of race

04 de Abril, 2023 – 18h

Conversa com Denise Ferreira da Silva.

Sinopse

Rejeitando a opinião de que categorias sociais de diferença como a raça e a cultura funcionam unicamente como princípios de exclusão, Denise Ferreira da Silva apresenta uma crítica do pensamento moderno que mostra como o conhecimento racial e o poder produzem espaço global. Silva propõe que a noção de diferença racial que rege a configuração do poder global porque institui regiões morais não cobertas por ideais éticos pós-iluminismo.

Bio

Denise Ferreira da Silva
A artista e filosofa, Denise Ferreira da Silva é professora titular do Instituto de Justiça Social da Universidade de British Columbia (Vancouver, Canada), professora adjunta da Escola de Arte, Arquitetura, e Desenho da Universidade Monash (Melbourne, Australia). Neste segundo semestre de 2022,ela esta atuando como professora visitante do Departmento de Estudos de Performance da Universidade de Nova York. No primeiro semestre de 2023 ela está ocupando a Cátedra Internacional de Filosofia Contemporanea do Departamento de Filosofia da Universidade Paris 8.

Ela é autora de Toward a Global Idea of Race (University of Minnesota Press, 2007), A Divida Impagavel (Oficina da Imaginacao Politica e Living Commons, 2019), Unpayable Debt (Stenberg / MIT Press, 2022) e co-editora (com Paula Chakravartty) de Race, Empire, and the Crisis of the Subprime (Johns Hopkins University Press, 2013)

Seu trabalho artístico inclui os filmes Serpent Rain (2016) e 4Waters-Deep Implicancy (2018), em colaboração com Arjuna Neuman; e as práticas artísticas relacionais Poethical Readings and Sensing Salon, em colaboração com Valentina Desideri. Realizou shows e palestras em importantes espaços artísticos, como o Centro Pompidou (Paris), Whitechapel Gallery (Londres, MASP (São Paulo), Guggenheim (Nova York) e MoMa (Nova York). Também escreveu para publicações para a grandes eventos de arte (Liverpool Biennale, 2017; São Paulo Biennale, 2016, Venice Biennale, 2017 e Documenta 14) e publicados em espaços de arte, como Canadian Art, Texte Zur Kunst e E-Flux. Ela vive e trabalha no território tradicional, ancestral e não cedido do povo Musqueam (xʷməθkʷəy̓əm)

Programa inserido no projecto de pós-arquivo coordenado por Mónica de Miranda com o apoio da CEComp e da FCT.