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Ilídio Candja Candja

Ilídio Candja Candja (Maputo, 1976) é um artista moçambicano que vive e trabalha em Portugal, mais concretamente na cidade do Porto. Frequentou a Escola de Artes Visuais de Maputo entre 1997 e 1999. Iniciou o seu percurso artístico em 2002, com exposições individuais, das quais se destacam: Resonance of Form: A Tribute to Sarah Baartman, This Is Not a White Cube Gallery, Lisboa, PT (2024); Black Silence in the Form of Chocolate, Johnson Lowe Gallery, Atlanta, EUA (2023); Octopus e Miopia, Galeria Quadrum (Galerias Municipais de Lisboa), com curadoria de Rafael Mouzinho, Lisboa, PT (2021); Nothing Is Lost, Everything Becomes… Cosmos Part #2, Galerie Frédéric Storme, Lille, FR (2018); Freedom, OOA Gallery, Barcelona, ES (2018); Mozambique: The Dialogue Continues, GAFRA – Gallery of African Art, Reino Unido (2015); Archive, Galerie Lumières d’Afrique, Bruxelas, BE (2014); The Game Is to Survive, Galerie Gree-t-room, Hamburgo, DE (catálogo) (2012); Ya, Sense of Life, Galerie Rammlmair, Hanôver, DE (2012); Vertical Thinking, Instituto Camões, Maputo, MZ (2005).

Participou em diversas exposições colectivas, entre as quais Lúcido Devaneio, com curadoria de Hiuwai Chiu e Raphael Fonseca, Galeria Municipal do Porto (2025); Problem of Primitivism from Portugal, com curadoria de Marta Mestre e Mariana Pinto dos Santos, CIAJG, Guimarães (2024); e Anozero’24 – Bienal de Coimbra, com curadoria de Marta Mestre e Ángel Calvo Ulloa (2024).

As suas obras integram as seguintes colecções: Marshall & Stephanie Abes Collection, Atlanta, EUA; The Spier Art Collection, Cidade do Cabo, África do Sul; Atlantic Private Bank, Lisboa, PT; Instituto Camões, Maputo, MZ; Colecção de Arte da Universidade Eduardo Mondlane, MZ; Colecção de Arte do Centro Cultural Franco-Moçambicano, Maputo, MZ; Banco de Moçambique, Maputo, MZ.