Conversa com os artistas nacionais e a curadora Filipa Oliveira by Ricardo Novembro 17, 2019 0 Novidades a decorrer, Residencias TN

HANGAR | TRIANGLE NETWORK 8ª Edição
Workshop Internacional de Artistas
“UNTITLED”

PROGRAMA PÚBLICO
12 de Dezembro | Quinta-Feira | 18h
ENTRADA LIVRE

©Paulo Arraiano

Conversa com os artistas nacionais participantes no workshop Paulo Arraiano (Portugal), Ramiro Guerreiro (Portugal) e Vanessa Fernandes (Portugal/ Guiné-Bissau) com a curadora convidada Filipa Oliveira (Portugal).

Paulo Arraiano (1977, Portugal) licenciou-se em Comunicação pelo ISCEM (Lisboa) e frequentou Artes Plásticas na Ar.Co – Centro de Arte e Visual (Lisboa). É também co-fundador da re_act contemporary, laboratório e programa de residência [Açores] e no.stereo, artist-run platform. Conta com inúmeras exposições, individuais e colectivas, nacionais e internacionais, das quais se destacam Dimora Artica [Milão]; Hawaii-Lisbon [Lisboa]; Pivô (S.Paulo); Museu d’Historia da Catalunya (Barcelona); Art Rotterdam [Roterdão]; Cidade das Artes Museum [Rio de Janeiro]; MAH Museum [Açores]; Quartier General, Centre d’art Contemporain [La Chaux-de-Fonds]; Aeroplastics Contemporary [Bruxelas]; Petra Gut Contemporary [Zurique]; TAL Gallery [Rio de Janeiro]; ArtRio [Rio de Janeiro]; The Dot Project (Londres]; Palácio da Pena [Sintra]; Forty/Forty [Varsóvia]; Galeria Graphos [Rio De Janeiro]; Museu do Côa [V. N. Foz Côa]; ArtWhino [Washington DC]; Hifa, Harare International Festival Of Art [Zimbabwe]; Câmara Municipal do Porto [Porto]; Museé d’Art Moderne [Luxembourg], Scope/Miami Basel [Miami]; National Building Museum [Washington DC]; P28 [Lisboa] entre outras. Participou em programas de residência e festivais como Transforma [Torres Vedras]; Walk&Talk [Azores]; LAC [Lagos]; ”Atemporal” (Rio de Janeiro) entre outros. Os seus trabalhos estão representados em várias coleções públicas incluindo o Museu CAC Málaga; [Spain]; Luciano Benton Collection [Italy]; Quartier-General Arts Center [Switzerland]; Museu de Angra do Heroismo [Azores];  Sztuki Zewnetrznej Foundation [Polónia]; Grupo Pestana [Portugal]; Fundação D. Luís / Bairro dos Museus [Portugal]; MARCC [Portugal] e inúmeras coleções privadas.

Ramiro Guerreiro (1978, Portugal) frequentou o curso de Arquitetura na Universidade do Porto para passar ao Programa de Estudos Independentes na Maumaus – Escola de Artes Visuais. Tem exposto com regularidade desde 2003. Nas exposições individuais destacam-se: “Moi Aussi…” (Galeria Lehmann+Silva, Porto, 2019); “Sem Título [Um Tanque sem Fundo]” (Adega de Olhalvo, Alenquer, 2018); “The TINA Pamphlet” (Pneuma Project, Lisboa, 2017); “Austerity – International Style – Spring/ Summer 2016” (Künstlerhaus Bethanien, Berlim, 2015); “Instructions” (Arte Tranquilidade, Lisboa, 2013); “Marseille” (Galerie Château de Servières, Marselha, 2013); “Resto” (Pavilhão Branco, Lisboa, 2011); “Verdes Anos” (Cinzeiro 8, Museu da Electricidade, Lisboa, 2009) ou “Acções, Propostas e Uma Intervenção” (Lumiar Cité, Lisboa, 2009). Guerreiro apresentou performances em: École Superieur de Beaux-Arts (Angers, 2017), Museu de Serralves (Porto, 2016), Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas (Ribeira Grande, 2015) e na Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa, 2013), entre outros espaços.
Das exposições colectivas destacam-se: “Ponto de Fuga” (Galeria Torreão Nascente, Cordoaria Nacional, Lisboa, 2019); “Escala 1:1” (Tabacalera, Madrid, 2018); “Mistake! Mistake! (…)” (Lumiar Cité, Lisboa, 2017), “The House of Dust by Alison Knowles” (CNEAI, Paris, 2017), “Já reparaste como um ponto de interrogação(…)” (Atelier-Museu Júlio Pomar, Lisboa, 2016), “Do Barroco ao Barroco (…)” (Casa-Museu Guerra Junqueiro, Porto, 2014), “A Natureza Ri da Cultura” (Museu da Luz, Luz, 2013), “This and There” (Palais de Tokyo e Fondation d’entreprise Ricard, Paris, 2012) e “The Multicultural in Our Time” (Gyeonggi MoMA, Coreia do Sul, 2010). Em 2005 Guerreiro recebeu uma Menção Honrosa pela exposição nos prémios EDP Novos Artistas e foi também premiado na 1a edição do “BES revelação” (Casa de Serralves, Porto).

Vanessa Fernandes (1978, Guiné-Bissau) fez o segundo ano em Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes do Porto, terminou o curso de Som e Imagem na Universidade Católica do Porto e, em Julho de 2016, o Mestrado em Realização de Cinema e Televisão na ESAP. Participa no III Festival de Rua de Layounne, Sahara Ocidental em 2018 com instalação e projeção em Video Mapping. Actualmente e como realizadora está a fazer uma série para a RTPlab “Matemática Salteada” com Inês Guimarães (Mathgurl), e o documentário “Talea Jacta est” uma banda de Rock do Porto com Pedro Pestana e João Pais Filipe, vencedores do Criatória do Porto 2018/19. Realizou algumas curtas metragens de ficção, video dança e filme experimentais, tais como; “Tradição e imaginação” (recebeu o 2° Lugar no I prémio Cornelia Eckert de Filme Etnográfico – Bragança, Amazónia – Brasil), “FIJI”, selecionado no Cineautopsia Festival de cinema experimental de Bogotá – Colombia, “Mikambaru” (integrado na mostra de cinema antiracista MICAR 2018 – Porto.), “Si destinu” (prémio de melhor curta-metragem no Cabo verde International film festival, na Ilha do Sal – Cabo Verde, selecionado no Festival Internacional de Cinema Diaspora do Nilo – Kampala 2016 e no Equality Festival de Kiev 2016). “Dance, dance, dance” video dança, foi seleccionado para o festival itinerante “LE PLEINT DE SUPER” – Portugal – França. 2016 e “TIC TAC BOOM! ” filme de Animação com Tânia Duarte selecionado no 4º CINENIMA – Festival internacional de cinema de animação – Espinho – Portugal. Como performer participa em Julho de 2018 no Festival dos Canais – Aveiro, com a intervenção “what comes before” com Sonia Carvalho, rebecca moradalizadeh e Teresa Fabião. Apresenta uma criação própria “Chumbo e algodão” no festival “Une autre façon de découvrir la danse – 2018 – Benim”. Faz dança butoh desde 2016 e dança africana contemporânea e tradicional desde 2005.

Filipa Oliveira é desde 2018 Curadora e Programadora de Artes Visuais da Câmara Municipal de Almada, tendo a seu cargo a direcção artística da Casa da Cerca, Galeria Municipal de Almada e Convento dos Capuchos. É a curadora fundadora e coordenadora do Prémio Navigator Art On Paper. Entre 2015 e 2017 foi diretora artística do Fórum Eugénio de Almeida em Évora. Trabalhou como curadora independente durante 12 anos, colaborando com isntituições como Centro Cultural de Belém (Lisboa), Kettle’s Yard (UK), John Hansards Gallery (UK), Tate Modern (UK), Fundação Calouste Gulbenkian Centro de Arte Moderna (Lisboa), Fundação Carmona e Costa (Lisbona, Fondation Calouste Gulbenkian (França), Museu Colecção Berardo (Lisboa), Crac Alsace (França), Kunstverein Springhornhof (Alemanha), Ffotogallery (UK), Mead Gallery (UK), Frieze Projects (UK), Stills Gallery (UK), entre outros. Foi curadora assistente na 28ª Bienal de São Paulo em 2010 e em 2012 foi curadora convidada do projecto Satellite no Jeu de Paume, Paris onde comissariou exposições individuais de Jimmy Robert, Tamar Guimarães, Rosa Barba e Filipa César. Tem uma extensa lista de participações em catálogos e publicações. Escreveu ensaios e críticas de exposições para Arte Contexto, Contemporary, Flash Art, L+Arte, Revista Contemporânea, e Artforum.

Imagem: Paulo Arraiano
Apoio: DGArtes e Gasworks


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