[vc_row][vc_column][vc_empty_space height=”5px”][vc_separator color=”black”][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_column_text]Breve Arqueologia de uma Modernidade Bissau-Guineense

04 Outubro – 18h

Bilheteira – 5 euros[/vc_column_text][vc_column_text]No âmbito do projeto AURA CABRAL, viabilizado pelo Sonderstipendium INITIAL 2 / Leitura-performance conjunta, de aproximadamente 30 min. de duração, empregando voz, ação performática, projeção de vídeo e recursos sonoros.[/vc_column_text][vc_column_text]Projeto Coletivo desenvolvido por
Filipa César, Kristin Bethge,
Lucas Rehnman e Welket Bungué

Fotografias por Kristin Bethge

Imagens vídeo por Filipa César

Texto-ensaio Lucas Rehnman

Performers Lucas Rehnman e Welket Bungué

Captação de imagens cênicas Filipa César[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”22269″ img_size=”full” add_caption=”yes” alignment=”center” onclick=”link_image”][vc_column_text]© Kristin Bethge[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_separator][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Logo após sua independência de Portugal, entre 1974 e 1980, a Guiné-Bissau pôde vivenciar um breve período socialista tendo como seu primeiro presidente Luís Cabral, irmão do líder anti-colonial e teórico marxista Amílcar Cabral. A construção de uma identidade nacional com consciência pan-africanista e universal, bem como o conceito de “Homem Novo”, tinham de ser urgentemente implementados nas diversas áreas da vida cultural, social e política. Nesse contexto, a educação, o cinema e a música puderam prosperar, bem como a escultura pública e a arquitetura – sintonizadas, em grande medida, com as preocupações de Amílcar Cabral. A premissa basilar desta intervenção performática é de que tanto a arquitetura quanto os monumentos comemorativos da Guiné-Bissau pós-colonial possibilitam uma grande oportunidade de investigar e estimar as complexidades, dificuldades e dilemas que este país experimentou de 1963 (ano que marcou o início da luta armada pela independência) à 1983 (data aproximada da completa dissolução do projeto socialista e a subsequente liberalização econômica). Apresentando evidência sólida de que uma coordenação local da produção arquitetônica e monumental de fato ocorreu na Guiné-Bissau entre 1973 e 1983, fato histórico nunca propriamente investigado, a intervenção visa retificar esta lacuna, com o intuito de desafiar a narrativa predominante que insiste que os países africanos, uma vez independentes, foram apenas receptores passivos dos saberes técnicos, arquitetônicos e culturais oriundos do Ocidente. Esta intervenção, ao contrário, defende a agência local, isto é, que a consolidação da modernidade no contexto guineense foi um processo onde o povo trabalhou ativamente para atingir sua modernidade, ao invés de simplesmente tornar-se moderno por influência do estrangeiro. Ao relacionar a luta anti-colonial encabeçada por Cabral e seu projeto nacional com a teoria antropofágica brasileira, a intervenção busca, a partir do caso paradigmático da Guiné-Bissau, desencadear importantes consequências para as futuras investigações acerca da História do Modernismo em África.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_separator][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Lucas Rehnman é artista e curador nascido em São Paulo, Brasil. Vive e trabalha em Berlim, Alemanha. Mestre em Artes nas Esferas Públicas pela édhéa (École de Design et Haute École d’Art du Valais), Suíça, como bolsista premiado pela Wyss Foundation, sua investigação e prática a partir daí desenvolvem-se do desenho e da arte conceitual à uma reflexão ampla sobre decolonialidade, democracia e estratégias de transmissão oral e escrita. É membro do coletivo sonoro EPICAC Tropical Banda e também trabalha como educador independente.[/vc_column_text][vc_column_text]Welket Bungué *1988 (Guiné-Bissau) é artista transdisciplinar, a residir em Berlim. É co-fundador da produtora KUSSA, licenciado em Teatro no ramo de Atores (ESTC/Lisboa) e pós-graduado em Performance (UniRio/RJ). Membro da Academia Europeia de Cinema, e integrante do Arsenal – Institute for Film and Video Art. Os seus filmes têm competido internacionalmente inclusive na Berlinale, ABFF (EUA), Africlap, Zanzibar IFF, Afrikamera, BFI London, IndieLisboa, DocLisboa, ou CurtaCinema (RJ). Welket é autor do livro ‘Corpo Periférico’, um ensaio autobiográfico sobre produção de cinema autoral baseado no conceito homónimo de “cinema de autorrepresentação”.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_separator][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_custom_heading text=”APOIOS” font_container=”tag:h4|text_align:left” use_theme_fonts=”yes”][vc_empty_space][/vc_column][/vc_row][vc_row content_placement=”middle”][vc_column width=”1/6″][vc_single_image image=”22283″ img_size=”full”][/vc_column][vc_column width=”1/6″][vc_single_image image=”22285″ img_size=”full”][/vc_column][vc_column width=”1/6″][/vc_column][vc_column width=”1/6″][/vc_column][vc_column width=”1/6″][/vc_column][vc_column width=”1/6″][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Apoiado pela Akademie der Künste, Berlim, com financiamento do Comissário do Governo Federal para a Cultura e os Meios de Comunicação Social como parte do programa NEUSTART KULTUR[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]