Mudungaze Dinguiraye by Ricardo
Helder Manhique aka Mudungaze nasceu em Maputo. Amante de artes e literatura, sempre trabalhou com comunicação. Depois de um curso médio de documentação no Fundo Bibliográfico de Língua Portuguesa (CIDOC), fez um curso em Economia e Educação na Universidade Pedagógica. Trabalhou na Companhia Nacional de Canto e Dança no sector de Documentação e Pesquisa, tendo passado pelo Departamento de Produção e Marketing e por fim cocriou um Gabinete de Comunicação e Imagem. No período em que esteve directamente ligado à CNCD participou e criou vários projetos, cursos e workshops em Moçambique e no estrangeiro, a maior parte deles ligados à Comunicação, Vídeo, Produção e Marketing. Paralelamente, sempre gostou de coleccionar objectos tidos como desperdício. Começou a desenvolver a inspiração pelas máscaras através da sua paixão pelas artes, especialmente pela dança africana com máscaras e, sequência lógica, dedicou a sua vida profissional a esculpir com restos de metal e lixo nos…
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Emeka Ogboh by Ricardo
Emeka Ogboh conecta-se a lugares com os seus sentidos de audição e paladar. Através de instalações áudio e obras gastronómicas, Ogboh explora como as memórias e histórias privadas, públicas e colectivas são traduzidas, transformadas e codificadas em som e comida. Estas obras contemplam como o som e a alimentação capturam as relações existenciais moldam nossa compreensão do mundo e fornecem um contexto para elaborar questões críticas sobre imigração, globalização e pós-colonialismo. Ogboh participou em numerosas exposições, incluindo documenta 14, (2017), Atenas e Kassel, Skulptur Projekte Münster (2017), a 56ª edição da La Biennale di Venezia, Itália (2015) e Dakar Biennale (2014). Ogboh foi ganhou o prémio Sharjah Biennial 14 com Otobong Nkanga, e em 2018 foi finalista do Prémio Hugo Boss.
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CHULLAGE by Ricardo
Chullage, de origem caboverdeana, criado na margem sul de Lisboa, é rapper, dizedor, produtor e sound designer. Nas suas palavras poeta sónico e visual. Tem 3 álbuns editados (Rapresálias 2001, Rapensar 2004 e Rapressão 2012) e várias colaborações com outros músicos. Da sua discografia pessoal destacaram-se os temas rhymeshit que abala, mulher da minha vida, national guettografik, ignorância XL, já não dá, N.I.G.G.A.S, eles comem tudo, cabo verdi nu bai, warria, entre outros. O interesse em explorar outros domínios da palavra levou-o ao spoken word, onde durante muitos anos, como Sr. Preto, juntou os seus textos à música de colaboradores ou fê-los ouvir em eventos de palavra dita. Agora chama AKapella47 à sua palavra. Deste projecto e, em colaboração com Sliitz, saíram os vídeos “Don’t Believe da Hype” e “intenCIDADES”. Este último texto fez parte do espectáculo “Periférico” no CCB e fechou o Iminente 2017 de VHILS. Actualmente está focado…
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