Preta

Criação de Gio Lourenço
DATAS: 6, 7 e 8 de JULHO de 2017 (Quinta, Sexta e Sábado)
HORA: 21h30
ENTRADA: 5€
Ficha Artística

Criação: Gio Lourenço

Consultadoria Artistica: Sofia Berberan

Concepção Cénica: Francisco Vidal

Voz: Zia Soares

Sound Designer: Luís Fernandes

Video: Luis Dias

Agradecimentos

Hangar Centro de Investigação Artística
C.e.m.
Centro Nacional de Cultura
Mariana Lemos
Teatro Griot
Vasco Letria
Victor Almeida
Valter Almeida
Vitinho Almeida
Catarina Ramirez
Beatriz Carvalho
Rosário Moreira
Wozen
Associação Sentidos ilimitados

PRETA parte das memórias do criador, do período em que nos anos 90, chegado de Luanda, passa a viver no Bairro do Fim do Mundo. O corpo reencontra os gestos e os itinerários da transição da infância para a juventude. Preta era a cadela feroz que delimitava a fronteira entre a casa e a escola, obrigando a experimentar movimentos de fuga, de silêncio e de transgressão. Uma performance sobre 2 universos distintos, territórios fechados sobre si próprios, e as possibilidades de ligação entre eles.

Performance inserida no programa 180º Artistas ao Sul.

Giovanni Lourenço

Giovanni Lourenço nasceu em Angola em 1987. Tirou o Curso de Teatro e Animação da CERCICA. Actualmente integra o Centro Em Movimento através duma bolsa do CNC. Em teatro, trabalhou com os encenadores Adriano Luz, José Carretas, Maria Amélia Videira e Genoveva Faísca. Foi actor convidado da Companhia de Teatro de Montemuro durante um ano e meio. É actor residente do Teatro GRIOT desde a sua formação, tendo participado em peças de Zia Soares, Rogério de Carvalho, Nuno M Cardoso, Guilherme Mendonça, Bruno Bravo, António Pires e João Fiadeiro. Em televisão participou em séries como “Equador”, “Inspector Max”, “Ele é Ela”. Participa, ainda, como bailarino em vários videoclips. No cinema, participou nas curta-metragens “Filmes e Telemóvel” de Adriano Luz, “Verdade Inconveniente” de Pedro Sebastião e Paulo Cuco, nos documentários “O Lugar que Ocupas”, realização de Pedro Filipe Marques, e “TEMPESTADES, Ensaio de um Ensaio” de Uli Decker, e na longa metragem, “A Ilha dos cães” de Jorge António.

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