{"id":28505,"date":"2026-04-13T22:54:40","date_gmt":"2026-04-13T21:54:40","guid":{"rendered":"https:\/\/hangar.com.pt\/?p=28505"},"modified":"2026-04-13T22:54:40","modified_gmt":"2026-04-13T21:54:40","slug":"do-materialismo-e-da-paisagem-03","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/hangar.com.pt\/en\/do-materialismo-e-da-paisagem-03\/","title":{"rendered":"DO MATERIALISMO E DA PAISAGEM #03"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243; icons_position=&#8221;left&#8221;][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<strong>DO MATERIALISMO E DA PAISAGEM #03<\/strong><\/p>\n<p>PROJEC\u00c7\u00c3O HABITADA<br \/>\nColectivo Andr\u00f3meda<\/p>\n<p>16 Abril 2026 das 18h\u201321h<\/p>\n<p>Entrada gratuita (Lota\u00e7\u00e3o limitada)[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column width=&#8221;1\/2&#8243; icons_position=&#8221;left&#8221;][vc_single_image image=&#8221;28506&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; css=&#8221;&#8221;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column icons_position=&#8221;left&#8221;][vc_separator][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<strong>PROJE\u00c7\u00c3O HABITADA<\/strong> \u00e9 uma experi\u00eancia de cinema expandido a partir do filme de In\u00eas Oliveira Do Materialismo e da Paisagem (40\u2019, 2026). O filme constitui uma destila\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio projecto, documentando resid\u00eancias art\u00edsticas, conversas, entrevistas e apresenta\u00e7\u00f5es realizadas no Algarve. Nesse territ\u00f3rio, o Colectivo Andr\u00f3meda encontra-se com uma diversidade de hist\u00f3rias de trabalho, habita\u00e7\u00e3o e viv\u00eancia, onde o campo surge ora como base de utopia, ora como lugar de distopia.<\/p>\n<p>Do Materialismo e da Paisagem pretende revisitar, criticar e actualizar o Materialismo como instrumento de an\u00e1lise concreta, abordando os seus temas essenciais: a alimenta\u00e7\u00e3o, ligada \u00e0 agricultura, e a habita\u00e7\u00e3o, ligada \u00e0 arquitectura. Como relacionar-nos com a Natureza, e entre n\u00f3s, de forma harmoniosa, para obtermos diretamente da paisagem os bens materiais necess\u00e1rios para vivermos com dignidade e abund\u00e2ncia neste fustigado planeta?<\/p>\n<p>Explorando alternativas para uma organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, social e econ\u00f3mica mais justa e em conson\u00e2ncia com a Natureza, Do Materialismo e da Paisagem procura imaginar e ensaiar, colectivamente, meios de produ\u00e7\u00e3o e rela\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o mais justos e respeitadores da paisagem e do mundo vivo.<\/p>\n<p>O Colectivo Andr\u00f3meda \u00e9 constitu\u00eddo por Demba Djabat\u00e9, Ra\u00fal Jard\u00edn, In\u00eas Oliveira, Pedro Rogado, Sancho Silva e Vera Mantero.<\/p>\n<p>Apoios: Rep\u00fablica Portuguesa \u2013 Cultura, Juventude e Desporto \/ Dire\u00e7\u00e3o-Geral das Artes, Associa\u00e7\u00e3o Cultural Catavento &#8211; Quinta da Fornalha, Associa\u00e7\u00e3o Cultural B\u00f3ia &#8211; Festival Paragem, HANGAR &#8211; Centro de Investiga\u00e7\u00e3o Art\u00edstica, FILMES DA M\u00c3E &#8211; Produtora de Cinema e Audiovisual, Escola Provis\u00f3ria para Nada &#8211; Associa\u00e7\u00e3o Provis\u00f3ria, C\u00e2mara Municipal de Castro Marim, O Rumo do Fumo, NowHere Lisboa[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column icons_position=&#8221;left&#8221;][vc_separator][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<strong>Pedro Rogado<\/strong>, arquiteto, desenvolve uma pr\u00e1tica transdisciplinar que cruza arquitetura, paisagem, arte e cinema. Estudou no Institut Sup\u00e9rieur d\u2019Architecture Saint-Luc (Bruxelas), na ETSAB \u2013 Universitat Polit\u00e8cnica de Catalunya (Barcelona) e na Aalto University (Hels\u00ednquia), tendo conclu\u00eddo o curso em 1997, com diploma reconhecido pela Faculdade de Arquitetura da Universidade T\u00e9cnica de Lisboa.<\/p>\n<p>Iniciou o seu percurso profissional com Eduardo Souto de Moura e colaborou posteriormente com \u00c1lvaro Siza e Marco de Campo no projeto de renova\u00e7\u00e3o do Stedelijk Museum.<\/p>\n<p>Em Lisboa, trabalhou com Pedro Pacheco &amp; Marie Cl\u00e9ment, e Eug\u00e9nio Castro Caldas, desenvolvendo projetos no contexto da Nova Aldeia da Luz e do Programa de Revitaliza\u00e7\u00e3o das Aldeias Hist\u00f3ricas.<\/p>\n<p>A partir de 2000 integrou os Ateliers de Santa Catarina, onde desenvolveu projetos de arquitetura e interven\u00e7\u00f5es transdisciplinares. Em 2010 fundou o Atelier Pedro Rogado, mantendo uma pr\u00e1tica centrada na habita\u00e7\u00e3o, reabilita\u00e7\u00e3o e projetos experimentais.<br \/>\nEntre 2013 e 2016 viveu em Montemor-o-Novo, onde aprofundou pr\u00e1ticas de eco constru\u00e7\u00e3o, agricultura e processos participativos, colaborando com diversas associa\u00e7\u00f5es e projetos locais. A partir de 2016, entre Tavira e Lisboa, integrou a dire\u00e7\u00e3o do Cine Clube Tavira, desenvolvendo programa\u00e7\u00e3o e projetos culturais ligados ao cinema, \u00e0 agricultura regenerativa e \u00e0 constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O seu trabalho tem sido apresentado em diversos contextos expositivos e editoriais, destacando-se a participa\u00e7\u00e3o na XXI Trienal de Mil\u00e3o (2016) e a sele\u00e7\u00e3o para o Architects Directory da Wallpaper (2008), e o projeto expositivo para a Trienal de Arquitetura de Lisboa 2010, Falemos de Casas: Entre o Norte e o Sul, Museu Cole\u00e7\u00e3o Berardo &#8211; Centro Cultural de Bel\u00e9m (2010).<\/p>\n<p>Mais recentemente, desenvolve o projeto Do Materialismo e da Paisagem, um processo coletivo de investiga\u00e7\u00e3o sobre formas de habitar, produzir e viver em rela\u00e7\u00e3o com a paisagem. Em 2024, o projeto contou com o apoio da DGArtes. Em 2025, foi apresentado no \u00e2mbito do projeto Earthworks, da artista M\u00f3nica de Miranda, integrado na Bienal de Kochi-Muziris (\u00cdndia), sob a forma de uma oficina participativa de eco-constru\u00e7\u00e3o.[\/vc_column_text][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<strong>In\u00eas Oliveira<\/strong> \u00e9 realizadora de cinema. Nasceu em Lisboa no ano de 1976, cidade onde vive e trabalha. Leciona cinema nas escolas ESAD &#8211; Caldas da Rainha, ArCo e ACT. Os seus filmes foram exibidos e premiados em festivais internacionais: &#8220;O Nome e o NIM&#8221; (2003), &#8220;Comer o Cora\u00e7\u00e3o de Rui Chafes e Vera Mantero&#8221; (2005), &#8220;Cinerama&#8221; (2009), &#8220;Bob\u00f4&#8221; (2013), &#8220;Vira Chudnenko&#8221; (2017), &#8220;O Sapo e a Rapariga&#8221; (2019), &#8220;A Escuta&#8221; (2022) e &#8220;Neko&#8221; (2025), &#8220;Visitas de uma Parente Afastada&#8221; (2026). Em 2022 fundou a produtora Filmes da Ma\u0303e. Pertence \u00e0 associa\u00e7\u00e3o MUTIM.[\/vc_column_text][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<strong>Ra\u00fal G\u00f3mez<\/strong>, conhecido artisticamente como Ra\u00fal Jard\u00edn, \u00e9 um m\u00fasico e compositor peruano com presen\u00e7a ativa na cena experimental de Lima desde o final dos anos 90. Iniciou o seu percurso com o duo Jard\u00edn, em colabora\u00e7\u00e3o com Orlando Ram\u00edrez, tornando-se uma refer\u00eancia na m\u00fasica experimental peruana, atrav\u00e9s de uma linguagem que cruza ritmos hipn\u00f3ticos, texturas industriais e influ\u00eancias da m\u00fasica ritual amaz\u00f3nica.<br \/>\nDesde ent\u00e3o, desenvolve uma pr\u00e1tica autoral cont\u00ednua, apresentando o seu trabalho em diversos contextos no Peru, Chile, Argentina, Espanha, Luxemburgo e Portugal. A sua obra centra-se na explora\u00e7\u00e3o sonora do quotidiano, recorrendo a grava\u00e7\u00f5es de campo e \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de paisagens sonoras que oscilam entre o real e o imagin\u00e1rio, integrando maquinaria, ambientes industriais e elementos ficcionais.<br \/>\nComo artista a solo, cria m\u00fasica para dan\u00e7a, teatro, \u00f3pera e performance, utilizando instrumentos ac\u00fasticos, eletr\u00f3nicos e pr\u00e9-hisp\u00e2nicos. Paralelamente, desenvolve colabora\u00e7\u00f5es internacionais, destacando-se o duo Shaolines del Amor, com Tom\u00e1s Tello, tamb\u00e9m ligado ao cinema expandido.<br \/>\nDesde 2016, viveu em Tavira e na Quinta da Fornalha (Castro Marim), onde articulou pr\u00e1tica art\u00edstica com agricultura regenerativa. A partir de 2024, trabalha regularmente em Lisboa, com apresenta\u00e7\u00f5es, resid\u00eancias art\u00edsticas no Hangar, e colabora\u00e7\u00f5es como Tabat\u00f3 a Rupa-Rupa com Demba Djabat\u00e9.<br \/>\nIntegra ainda projetos como RESSOA \u2013 Ecos do Mundo (SOMA Cultura), Museu do Lugar Vivo e \u00c0 Procura de Andr\u00f3meda \u2013 Do Materialismo e da Paisagem, com apoio da DGArtes.[\/vc_column_text][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<strong>Demba Djabat\u00e9<\/strong> \u00e9 um m\u00fasico, artes\u00e3o e multi-instrumentalista origin\u00e1rio de Tabat\u00f3, uma aldeia da Guin\u00e9-Bissau profundamente enraizada na tradi\u00e7\u00e3o griot mandinga. Herdeiro de uma longa linhagem de griots, Demba dedica-se \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o, partilha e reinven\u00e7\u00e3o deste legado ancestral atrav\u00e9s da m\u00fasica e da oralidade.<br \/>\nToca uma vasta gama de instrumentos tradicionais africanos, incluindo balafon, djemb\u00e9, dumdumb\u00e1, bolumbata, gongom\u00e1, dundun, dondon e ngoni, al\u00e9m da sua pr\u00f3pria voz. A sua pr\u00e1tica musical reflete um profundo respeito pelas ra\u00edzes mandingas, mas tamb\u00e9m um esp\u00edrito de abertura e experimenta\u00e7\u00e3o, promovendo di\u00e1logos entre as sonoridades tradicionais da \u00c1frica Ocidental e influ\u00eancias modernas e de outras culturas do mundo.<br \/>\n\u00c9 membro do grupo Super Kamarimba, com quem lan\u00e7ou o \u00e1lbum &#8220;Uni\u00e3o&#8221; (2020), um projeto coletivo que celebra a m\u00fasica e os ritmos da Guin\u00e9-Bissau, promovendo pontes culturais e uma abordagem colaborativa \u00e0 m\u00fasica tradicional.<br \/>\nAo longo do seu percurso, tem colaborado com diversos artistas e criadores, entre os quais Marinho de Pina, Filipa C\u00e9sar, Mick Trovoada, Demba Galissah, Lassana, Ra\u00fal Jard\u00edn, Overzak, Cl\u00e1udia Rocha e Sancho Silva, contribuindo para projetos que cruzam a m\u00fasica, o cinema, a arte sonora, a performance e a investiga\u00e7\u00e3o art\u00edstica. Estas colabora\u00e7\u00f5es alargam a sua pr\u00e1tica a territ\u00f3rios transdisciplinares e afirmam a relev\u00e2ncia da tradi\u00e7\u00e3o griot no contexto contempor\u00e2neo.<br \/>\nO seu trabalho centra-se na valoriza\u00e7\u00e3o do patrim\u00f3nio imaterial da cultura mandinga, atrav\u00e9s de atua\u00e7\u00f5es, oficinas, colabora\u00e7\u00f5es com outros m\u00fasicos e projetos educativos, mantendo viva a heran\u00e7a dos griots e contribuindo para a sua continuidade num mundo em constante transforma\u00e7\u00e3o.[\/vc_column_text][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<strong>Sancho Silva<\/strong> nasceu em Set\u00fabal em 1973. Licenciado em Matem\u00e1tica Pura pelo Trinity College em Dublin (1995), realizou o curso avan\u00e7ado de artes pl\u00e1sticas no Ar.Co., em Lisboa (2001), e um mestrado em Filosofia na Universidade de Lisboa (2001). Prosseguiu a sua forma\u00e7\u00e3o em Nova Iorque, onde concluiu um mestrado em Escultura no Pratt Institute, com o apoio das funda\u00e7\u00f5es Fulbright e Carmona e Costa, e frequentou o Whitney Independent Study Program (2004), com o apoio da Funda\u00e7\u00e3o Gulbenkian.<br \/>\nO seu trabalho tem sido apresentado internacionalmente, em v\u00e1rios pa\u00edses da Europa, Am\u00e9rica do Norte, \u00c1frica e \u00c1sia, tendo tamb\u00e9m sido distinguido com resid\u00eancias art\u00edsticas de longa dura\u00e7\u00e3o, nomeadamente na K\u00fcnstlerhaus Bethanien, em Berlim, e na Fonderie Darling, em Montreal.<br \/>\nA sua pr\u00e1tica art\u00edstica desenvolve-se frequentemente atrav\u00e9s de constru\u00e7\u00f5es arquitect\u00f3nicas provis\u00f3rias que interrogam as formas convencionais de perce\u00e7\u00e3o dos ambientes vividos \u2014 biol\u00f3gicos, tecnol\u00f3gicos, urbanos, culturais e pol\u00edticos. Em Gazebo (Frankfurt, 2002), realizado para a bienal Manifesta 4, construiu um espa\u00e7o c\u00fabico no interior do espa\u00e7o expositivo, acess\u00edvel apenas diretamente da rua, criando uma invers\u00e3o entre interior e exterior, e entre o p\u00fablico e o semi-p\u00fablico.<br \/>\nEm Bus Stop (Nova Iorque, 2004), integrado na s\u00e9rie Orange Works (2002\u20132010) e desenvolvido em colabora\u00e7\u00e3o com John Hawke, construiu um abrigo junto a uma paragem de autocarro em Myrtle Avenue, Brooklyn. Utilizado pelos transeuntes como prote\u00e7\u00e3o contra o frio e a chuva, o abrigo acabou por ser removido pelas autoridades.<br \/>\nNos \u00faltimos anos, tem aprofundado a rela\u00e7\u00e3o entre corpo e espa\u00e7o-tempo em contextos n\u00e3o urbanos, como campos, florestas e jardins. Desde 2012, desenvolve um jardim\/agrofloresta num terreno em Sintra, que utiliza como espa\u00e7o de trabalho e experimenta\u00e7\u00e3o.[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>April 16th 2026<\/p>\n","protected":false},"author":14,"featured_media":28507,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[165,140],"tags":[275,198],"class_list":["post-28505","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news","category-screenings-en","tag-2026-en","tag-new"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/hangar.com.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28505","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/hangar.com.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/hangar.com.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/hangar.com.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/14"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/hangar.com.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28505"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/hangar.com.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28505\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":28509,"href":"http:\/\/hangar.com.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28505\/revisions\/28509"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/hangar.com.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/28507"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/hangar.com.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28505"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/hangar.com.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28505"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/hangar.com.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28505"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}